Sugestões, contribuições, sempre bem vindas!

25 maio
Querido e amado mestre

Marton Maués ou Tilinho, seu clown

Na última sexta-feira, dia 21/05, recebi um email de um amigo sempre próximo, esteja onde estiver, com sugestões interessantíssimas para a pesquisa. Antes de expôr aqui, preciso dizer que Marton Maués é um parceirão, desde que comecei a fazer teatro. Obrigada, querido e amado mestre! rsrs

Aqui vai o email que escreveu para mim, diretamente lá das terras de Salvador:

“pretinha, que saudade. li seu novo blog e adorei. escrevi um texto enorme, com muitas sugestões e adivinha? deu um bug e apagou td o meu texto, não egistarndo o comentário que, claro, não havia copiado. fiquei putz!
mas, claro, sem tda a poesia que te escevi, aqui vão as sugestões para tua pesquisa.
1. acho que vc tem que fazer estas idas periódicas ao ver-o-peso, tipo marcar um dia x, tda a semana, em horário y. tornar isso uma rotina durante um tempo.
2. com isso muitas coisas vão pintar e vc ir incorporando isso ao trabalho, criando coisinhas, jogos, “vestindo” o personagem de gags, traks e truks.
3. registrar td, mas tem que ser muito  discreta. se vc observar bem, muito da timidez das pessoas deve ser motivada pelo fato deter alguém muito próximo fotografando. algumas vezes é melhor não registrar, primeiramente. ir fazendo isso bem discretamente.
depois vc terá um corpus bem interessante para sua pesquisa. um locus maravilhoso, o ver-o-peso e por aí vai. […]
parabéns.
qq coisa mais me pergunte.
bjão.
mm”

Encaminhei as sugestões para minha orientadora, Wlad Lima, também parceirona neste processo. De antemão, no entanto, gosto muito do que ele sugeriu. Há prós e contras, mas vou destacar aqui o que mais me chamou atenção. Tornar as visitas da palhaça um hábito no Ver-O-Peso, com dia e horário definidos, pode criar uma expectativa nas pessoas, que se acostumarão à sua presença. Além disso, estarei cada vez mais misturada com aquele lócus tão rico em possibilidades. A interação pode melhorar, crescer, quem sabe instaurar um fato de cultura ali? A palhaça vai aprendendo sobre os tipos de lá, as gags que funcionam, as formas de se aproximar…Bingo! Minha palhaça afetada pela rua e vice-versa.

Quanto aos registros, bem, é importantíssimo que aconteçam. Há uma pesquisadora nisso tudo, querendo analisar dados e expôr resultados ao final. No entanto, as fotos, de fato, podem provocar timidez. Perguntei ao Marton o que achava sobre isso e ele me respondeu que, se não fosse possível fotografar…

“registre na sua pele, dermes e epidermes, nos seus neurônios,  seu coração, nos seus nervos, músculos, retinas, adrenalinas, veias, vísceras, cartilagens e ossos, em tdas as suas células, em td o seu ser. o corpo é memória e memória é registro.”

Acho que encontrei um b0m caminho. Obrigada, de novo, MM! Visitem www.unha-de-fome.spaceblog.com.br e confiram as palhaçadas dele por lá!

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