Pré-projeto

RESOLVI PUBLICAR MEU PRÉ-PROJETO DE PESQUISA AQUI, PARA OUVIR OS COMENTÁRIOS E PARA QUE TODOS POSSAM ACPOMPANHAR AS MUDANÇAS QUE VEM SOFRENDO, CONFORME A PESQUISA ANDA. AQUI VAI ELE:

1 APRESENTAÇÃO

Uma intenção de pesquisa deve partir de um pesquisador apaixonado. Minha paixão é recente, decorre de cerca de dois anosem contato com a linguagem do clown. A curta, porém intensa experiência como palhaça gera em mim prazer e estranhamentos. O prazer acontece ao expôr meu ridículo, com o simples objetivo de fazer o outro rir, nobre tarefa. O estranhamentos relacionam-se às especificidades dam linguagem e à maneira como meu clown pessoal, ainda em construção, afeta e é afetado pelos espaços onde circula.

Um lócus, em particular, tem me causado mais inquietações. Falo da rua, onde perambula minha palhaça, Bilazinha da Mamãe, desde a primeira intervenção, realizada como conclusão da disciplina “Clown”, ministrada ao segundo ano do curso Técnico de Formação em Ator, da Escola de Teatro e Dança da Universidade Federal do Pará (ETDUFPA), quando iniciei na linguagem. A partir de então, me lancei a diversas outras incursões pelo espaço urbano, em transportes coletivos, paradas de ônibus, avenidas e praças, tornando-o parceiro de meu processo de formação.

Estive, em muitas dessas incursões, ao lado de outras duas palhaças, Baru e Bolacha Maria, com quem trabalho em um grupo ainda ainda nascente, que denominamos “Trupe das Meias Trocadas”. A Trupe já esteve em hospitais, pequenos eventos, festas infantis e, mais notoriamente, na rua, procurando aperfeiçoar a arte que amamos, contaminando e nos permitindo contaminar, por onde passamos.

Eu recebo, ainda, influência do grupo “Palhaços Trovadores”, com tradição na linguagem do clown em Belém. Participei do grupo como atriz convidada no processo de montagem de “O Mão de Vaca”, adaptação livre de “O Avarento”, obra do dramaturgo francês Molière. O processo de pretende coloaborativo, contando com a participação direta do público durante toda a montagem. Para tanto, os ensaios ocorrem há alguns meses em espaços públicos, especialmente na praça da República.

Foi ao longo dos ensaios de “O Mão de Vaca” que se evidenciaram minhas inquietações a respeito da relação do meu clown pessoal com a rua. Sentia que as tensões do lugar influenciavam a Bilazinha e passei a acreditar também que a palhaça provocava algo naquele espaço, compreendendo que estabelecíamos relação de troca.

Dessa forma, como pesquisadora, hoje, desejo investigar a relação que vivencio entre o palhaço e a rua. Lanço meu olhar apaixonado e multiplicado, para compreender meu processo em conexão com os diversos lugares de onde parte meu objeto de estudo.

2 JUSTIFICATIVA

O que sei hoje sobre a linguagem do palhaço partiu (e ainda parte) da troca de conhecimentos com o pesquisador Marton Maués, diretor artístico e fundador dos “Palhaços Trovadores”. Desde a disciplina de clown, ministrada por ele na ETDUFPA, compreendi que o processo de formação de um palhaço é lento, exige dedicação e sinceridade. A rua é um espaço importante neste caminho. Ele afirma o seguinte, acerca da forma como encerra suas oficinas de clown:

A “formatura” ou “batizado” do clown, ao fim da oficina, acontece com uma grande saída, em um espaço de muita movimentação pública. Nada é preparado, tudo é feito de modo que o clown entre espontaneamente em contato com o mundo lá fora: atravessar uma rua, entrar em um ônibus, conversar com as pessoas, sentar, beber e comer. É uma prova de fogo, mas fundamental. É ficar ou correr. Ou vai em frente e enfrenta o público, ou volta correndo para a sala/útero. Neste caso, duas coisas a se fazer: trabalhar mais na formação ou desistir de vez. (MAUÉS, 2004, p.45).

Tal como nas oficinas, essa estratégia foi adotada na disciplina. No meu caso, a rua foi um disparados: fiquei e resolvi trabalhar mais nesse lugar instigante. Na rua, o público com quem o palhaço interage é heterogêneo, formado por pedintes, mendigos ou transeuntes, retornando ou indo ao trabalho, passeando, namorando, etc. Há o barulho das buzinas, as luzes dos prédios, o asfalto, o receio da violência que amedronta.

Dialogo com Pesavento (2007), para compreender a tensão da cidade, que compreende um espaço concreto, construído pelo homem, por onde circulam também imaginários. Práticas cotidianas, rituais e códigos de civilidade estão presentes no espaço urbano, junto a processos de exclusão, ideologias, resistências. É um lócus em constante construção, mutável.

Essa imagem me remete ao rizoma, de Deleuze e Guattari (1995), com suas múltiplas conexões, sem começo nem fim, uma teia urbana. Meu palhaço dialoga com estas especificidades e, suponho, é afetado por elas. Há diferenças entre estar em um espaço fechado, um edifício teatral, e atuar na rua, onde sou lançada constantemente à “prova de fogo” e minhas mazelas se misturam àquelas próprias do espaço urbano. De alguma forma, percebo que nos modificamos mutuamente, a rua e eu.

Quando me refiro a modificações, sou tentada a falar em afetações, ser afetada. Para compreender esta expressão, recorro aos afectos de Deleuze e Guattari (1992). Afectos são passagens de um estado a outro, parte de bloco de sensações, pulsa e se mantém, na relação de Bilazinha da Mamãe com o espaço urbano caótico. Uma zonha de indeterminação, um devir não humano que passa de um para outro.

Diante dessas reflexões, me proponho a cartografar as afetações mútuas que emergem na relação de minha palhaça com o espaço urbano de Belém. Esta pesquisa quer aprofundar-se na compreensão de uma experiência pessoal, relevante para minha trajetória artística.

3 OBJETIVOS

3.1 OBJETIVO GERAL

Cartografar as afetações mútuas que emergem na relação de minha palhaça com o espaço urbano de Belém.

3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  • Compreender as nuances da linguagem do palhaço que me influenciam e caracterizam o modo de ser e interagir de Bilazinha da Mamãe;
  • Investigar as especificidades características do teatro que acontece na rua, com as quais me deparo enquanto artista de rua;
  • Estudar as intensidades resultantes da interação entre a palhaça e o espaço urbano de Belém, durante suas incursões pelo local.

 

4 PROBLEMA E HIPÓTESE

O questionamento que intenciono responder com esta pesquisa é: como ocorrem a afetações entre a rua e minha palhaça? Como possível resposta a esta questão, levanto a hipótese de que o espaço urbano funciona como um lócus de formação de meu clown pessoal, aperfeiçoando características já existentes e imprimindo novas marcas, indispensáveis para a construção do palhaço.

 

 

5 REFERENCIAL TEÓRICO

Para explicar o que é o palhaço, gosto da definição de Alice Viveiros de Castro (2005), ao afirmar que o palhaço é a figura cômica por excelência. Um ser com muitos nomes, que se preocupa com besteiras, inutilidades. Ele nos coloca em um estado de suspensão, do qual resultará o riso. Provocar risadas é sua única função.

O palhaço no circo, na rua ou no teatro é alguém que não se preocupa com a exposição de si mesmo. Sua condição grotesca não é escondida; ao contrário, ele deseja que ela seja percebida e ri de seu próprio ridículo. Na tentativa de ser aceito pelo outro, ingênuo e sincero, assume-se tal como é. Maués (2004, p. 86) explica a emoção que o palhaço provoca em nós ao afirmar que:

Palhaços são perdedores, são frágeis, vulneráveis. É da fraqueza que retiram sua força. Eles não têm vergonha de seus defeitos e os mostram despudoradamente- a sociedade nos quer a todos fortes, bonitos e inteligentes, bem sucedidos. Os palhaços subvertem essa vontade social, passam de um erro a outro erro em sucessão; e é na derrota que saem vencedores. Por isso nós os amamos. O clown joga do lado do perdedor, e nos identificamos com ele. Eles estão próximos de nós, de nossa natureza, por isso nos tocam, nos fazem rir e nos comovem.

Essa não é uma tarefa fácil. Digo sempre que ser palhaço é o que já experimentei paradoxalmente de mais prazeroso e mais difícil. Leva um tempo até que o ator permita ser observado pelo seu lado grotesco, acostumados que estamos às exigências sociais. Penso que é preciso exercitá-lo e a rua pode ser um local privilegiado para isto.

Se o palhaço deseja aproximar-se, ser aceito, se expor, esse lócus pode auxiliá-lo e, ao mesmo tempo, colocar-lhe a prova. Collaço e Schwalb (2007) afirmam que fazer teatro na rua é trabalhar com o risco e com o jogo direto entre o teatral e a chamada vida “real” da cidade, em um evento de interferência e de troca.

Vescovi (1999) caracteriza o artista de rua como um opositor, alguém que oferece resistência à lógica de exclusão e desacesso à cultura, representada pela imponência do edifício teatral. Ele aproxima-se do público que não adentra no espaço fechado, atuando em um local mais democrático, o espaço urbano.

Na rua, cruzamento obrigatório da comunidade, encontram-se passando o público conhecedor e os que estão abaixo do nível: donas-de-casa e contadores, adolescentes e avós, leitores de ensaios e analfabetos. Podem parar ou ir embora (nenhuma nota promissória de assinatura os ata psicologicamente á poltrona) (VESCOVI, 1999, p.19).

João do Rio (s/d), em “A alma encantadora das ruas”, já afirmou que a rua é um fator de vida na cidade. A rua tem alma, dizia ele, apontando-a como o aplauso dos medíocres, dos infelizes, dos miseráveis da arte. Diante dos olhos, uma rua abre para outra rua. Ela nasce do soluço, do espasmo.

Corroboro com a descrição do autor e, a partir dela, aproximo a rua da imagem do rizoma deleuziano (DELEUZE; GUATTARI, 1995). Ao falar em interferências e trocas, percebo minha palhaça intrincada nesse sistema, marcada pela vida “real” do espaço urbano. Nessa relação, não sei onde a rua inicia ou termina. Lá, não estou no começo, nem no fim, mas no meio, no “e”. Me reconheço multiplicada, atravessada. Não mais eu, nem a rua. Um rizoma, multiplicidade. Tanto eu, quanto a rua somos muito mais que o uno.

 Penso, ainda, que Bilazinha da Mamãe se desterritorializa e reterritorializa constantemente no espaço urbano, em devir. Ora vejo o palhaço na rua, ora percebo que é a rua nele. O palhaço é desajeitado para aquele espaço, mas a circulação de pessoas, ideologias e contradições também torna a rua grotesca, em um processo do qual resultam afetações mútuas.

 Afetações ou marcas. O olhar que lanço sobre esta relação quer

[…] se deixar violentar pelas marcas, o que nada tem a ver com subjetivo ou individual, pois ao contrário, as marcas são os estados vividos em nosso corpo no encontro com outros corpos, a diferença que nos arranca de nós mesmos e nos torna outro (ROLNIK, 1993, p. 245).

Na relação da minha palhaça com a rua, marcas inusitadas aparecem e outras são reavivadas. “Quando uma marca é assim criada ou reatualizada no estudo, somos atraídos por sua reverberação e lançados a uma exigência de inventar um corpo conceitual que a encarne, uma exigência de interpretação” (ROLNIK, 1993, p.256).

Desejo conhecer essas marcas, descrevê-las, a fim de compreender que afetações são produzidas entre meu clown pessoal e o espaço urbano onde atuo.

6 METODOLOGIA

Para o desenvolvimento desta pesquisa, desejo utilizar a cartografia como percurso metodológico. Elejo este método a partir da compreensão que proponho lançar ao meu objeto de estudo. Tenho a intenção de fazer um mapa de minhas experiências, método que justifico no diálogo com Deleuze e Guattari (1995, p.22):

O mapa é aberto, é conectável em todas as suas dimensões, desmontável, reversível, suscetível de receber modificações constantemente. Ele pode ser rasgado, revertido, adaptar-se a montagens de qualquer natureza, ser preparado por um indivíduo, um grupo, uma formação social. Pode-se desenhá-lo numa parede, concebê-lo como obra de arte, construí-lo como uma ação política ou como uma meditação. […] Um mapa tem múltiplas entradas contrariamente ao decalque que volta sempre ‘ao mesmo’.

Identifico-me com o mapa na medida em que ele permite que eu dialogue com o caos da rua, a velocidade de circulação de pessoas, construções saberes e imaginários, que fazem rizoma com meu palhaço. Avalio que, através da cartografia, não me prendo a um método que me enrijeça, mas me torno aberta a mudanças, olhares, (des)construções. Desenvolvo um pensamento próximo ao que descreve Rolnik (1993, p.244). Me deixo entranhar pelas marcas e desassossegos do espaço urbano no meu corpo de palhaça, que se compõe das misturas dos mais variados fluxos que o atravessam. “O pensamento é uma espécie de cartografia conceitual cuja matéria-prima são as marcas e que funciona como universo de referência dos modos de existência que vamos criando, figuras de um devir”.

A pesquisa de campo acontecerá através de incursões de minha palhaça pelo espaço urbano de Belém, elegendo diferentes lugares, especialmente feiras. Para captar essas inscrições, me caracterizo enquanto pesquisadora-flaneur, apropriando-me da flanagem enquanto atitude na pesquisa de campo, mais do que um método de coleta de dados Encontrei-a em minha experiência pessoal, nas idas e vindas pelo espaço urbano, que realizo desde o nascimento de Bilazinha da Mamãe. Obviamente, não sabia seu nome, mas logo descobri como chamá-la, lendo “A alma encantadora das ruas”, de João do Rio (s/d).

“Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça, admirar o menino da gaitinha ali à esquina […].é estar sem fazer nada e achar absolutamente necessário ir até um sítio lôbrego, para deixar de lá ir, levado pela primeira impressão, por um dito que faz sorrir, um perfil que interessa, um par jovem cujo riso de amor causa inveja. É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico.” (DO RIO, s/d, p. 2,3)

Minhas impressões, geradas a cada incursão, serão documentadas em um diário de campo . No instrumento também constarão as impressões dos outros na rua, que chegarão até mim através da escuta. Assim, o diário de campo é atravessado pelo diálogo eu-outro, sendo este outro tudo o que vai deixando marcas em mim ao longo do processo.

Compreendo que sou atravessada constantemente por estas marcas, de maneira que meu mapa não é construído somente por mim. Nessa contaminação, proponha ainda publicar minhas impressões e qualquer material da pesquisa em um blog, que funcione como um rede, acessível a outros palhaços/artistas de rua do Brasil e ao público que nos vê. Através do blog, desejo estabelecer um diálogo de percepções com esses outros, em contato com diferentes perspectivas sobre meu objeto de estudo, a fim de enriquecer a discussão.

Os dados serão analisados a partir das teorias de base, através de uma categorização prévia, que pretendo descobrir ao longo da pesquisa. Dessa forma, após registrar minhas impressões acerca das incursões como palhaça na rua, atravessadas pelos olhares do outro, através do blog, elegerei os aspectos mais significativos e a melhor maneira de organizá-los para serem analisados e discutidos.

REFERÊNCIAS

CASTRO, Alice Viveiros de. O elogio da bobagem: palhaços no Brasil e no mundo. Rio de Janeiro: Família Bastos, 2005.

COLLAÇO, Vera; SCHWALB, Loren Fischer. A teatralidade e a cidade como espaço de representação. Da pesquisa: revista de investigação em artes. v.1, n.3. ago/2007 a jul/2008. Florianópolis. Disponível em: < http://www.ceart.udesc.br/revista_dapesquisa/volume3/numero1&gt;. Acesso em 3 fev 2010.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Introdução: rizoma. In:_______Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia. Coleção Trans. v.1. São Paulo: Editora 34, 1995. p. 11-36.

DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O que é a filosofia? Rio de Janeiro: Editora 34, 1992.

DO RIO, João. A alma encantadora das ruas. Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. s/d. Disponível em:<www.dominiopublico.gov.br>. Acesso em 3 fev 2010.

MAUÉS, Marton Sérgio Moreira. Palhaços Trovadores: uma história cheia de graça. 2004. 132f. Dissertação (Mestrado em Artes Cênicas). Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2004.

PESAVENTO, Sandra Jatahy. Cidades visíveis, cidades sensíveis, cidades imaginárias. Rev. Bras. De História, v. 27, n.53. São Paulo, 2007. p.11-23.

ROLNIK, Suely. Pensamento, corpo e devir: uma perspectiva ético/estético/política no trabalho acadêmico.Cadernos de Subjetividade PUC-SP. São Paulo, vol.1, nº 2, p. 241-251, 1993.

VESCOVI, Renzo. Reflexão sobre o teatro e seu espaço. In: CRUCIANI, Fabrizio; FALLETTI, Clelia. Teatro de rua. São Paulo: Hucitec, 1999.

Vou ficar devendo somente o cronograma, assim que descobrir como colocar aqui! rsrsrs. Comentem, aguardo pitecos, sempre bem vindos.

5 Respostas to “Pré-projeto”

  1. Tomás Moreira 23/06/2011 às 19:12 #

    Magnífico!

    • jota por enquanto 24/10/2012 às 23:39 #

      são 00:12 como todo bom palhaço tenho de trabalhar amanhã.
      vc é a o primeira( o) palhaço com quem tenho coragem de falar assim:de palhaço para palhaço pois sou
      um palhaço por enquanto
      como palhaço reaprendi o que já tinha esquecido na infância , que no palhaç0 ,estende-se o minimo do minim0/ que podemos tudo/sendo naquele instante(s):todos
      boa sorte para todos que sentem assim

      • Andréa Flores 25/10/2012 às 08:43 #

        Pois é… Sensação compartilhada de palhaçaria nem sempre é fácil de dividir. Obrigada pela coragem. Siga em frente, palhaço, o máximo que pode acontecer é perdermos. E, se somos palhaços, já somos perdedores há muito tempo. 😉
        Abraços!

  2. Tatiana Magioli 02/07/2013 às 23:06 #

    Também estou escrevendo meu pré projeto em arte visual de rua e educação, é complicado achar, achei corajoso de você pôr o pré projeto em construção.
    Algo que eu reparei que eles pedem é o tema, que é um titulo com subtitulo.
    A sua parte de metodologia está um pouco longa, acho que você precisa ser um pouco mais objetivo. é isso. agradecida e boa sorte!

  3. Eltania Azevedo de Carvalho 17/09/2013 às 22:55 #

    Adorei seu trabalho pois é um tema nâo muito conhecido kkkkkkkkkkkkkkkkk

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